Schelling e a Ontologia Fundamental

Essa vai pro Filipe (mas outros, não-iludidos, digo, não-Hegelianos, podem responder):

In God there is a longing for the Creature, this urge characterizes the Groundness of God. To take a liberty with Heideggerian terms ,the Ground needs something which is grounded upon it, and it longs for this. This process of longing causes the emergence of a will for something which is them made into Language. So the first modification of God’s longing is the gramma. Subject, Man, is language incarnate and as this incarnation of language man has the ability to express the values and the experiences of the “Da” which constitutes their “seyn”, so the ground is now unfolded in language, and language expresses value-like propositions that affirm something onto the ground. Language constitutes world, constitutes the openness of the world-as-such. Love and Evil are the inner-most qualities of the experience of this Da, and they are already essentially willed in the Ground, in God. They are nevertheless made-flesh by Men.

[Em Deus existe uma espera pela criatura, esta urgencia caracteriza Deus enquanto fundamento. Tomando uma liberdade com termos Heideggerianos, o Fundamento necessita algo no qual é fundado, e ele espera por este fundamento. Este processo de espera causa a emergência de uma vontade por algo que é então transformada em linguagem. Assim, a primeira modificação da espera de Deus é a letra. Sujeito é linguagem encarnada, e enquanto linguagem encarnada homens têm a habilidade de expressar os valores e as experiências do “Da” que constitui o seu “seyn”, neste sentido o fundamento é desvelado em linguagem, e linguagem expressa proposições valorativas que afirmam algo sobre o solo. Linguagem consitui o mundo, consitui a abertura do mundo-enquanto-tal. Amor e Maldade são as mais profundas qualidades da experiência deste “Da”, e eles já são essencialmente queridos pelo Fundamento, em Deus. Eles são não obstante encarnados pelos homens.]

Que tal?

5 comentários

  1. marcosfanton · · Responder

    Cara, que linguagem estrambótica.
    Eu fiquei com algumas dúvidas:
    “o Fundamento necessita algo no qual é fundado”: só há ser como ser do ente? (Deus = dimensão omniabrangente = fundamento?). Mas, como o fundado “espera pelo fundamento”? Ok, pode não ser em termos cronológicos, mas como? Há dois dois tipos de espera? (1) Deus espera por…; e (2) o fundado espera por Deus? Ou, ali, no “a primeira modificação da espera de Deus é a letra”: Deus, enquanto espera pela criatura, encarna a linguagem na criatura? E, com isso, a linguagem é o próprio desvelamento de Deus (como fundamento)? E o desvelamento do mundo pela linguagem também é o desvelamento de Deus (mundo = fundamento da linguagem = Deus?)
    Para terminar, vai um jogo de palavras do Heidegger muito bom:
    “Gibt es ein ‘es gibt’, wenn es nur ein ‘es gibt’ gibt?” (Tradução livre e legal: “há um “há”, se só há um “há”?) (isso é prus realista, mano Brown!!).

  2. filipecampello · · Responder

    isso aí é teu?

  3. “Isso aí é teu”
    Porra filipe, eu achava que o Stein era um crítico mordaz. Mas essa foi demolidora, hein?

    Vou ali me suicidar, já volto.

  4. Em tempo: Sim, isso aí é meu. Te passei o resto pro email, desculpa aê :P

  5. filipecampello · · Responder

    Cara, estou preocupado com o que o inverno de Carbondale pode ter feito contigo. Tu não querias, ao contrário, mandar esse post para um hegeliano daqueles em busca da salvação via Hegel? Bem, não entendi nada.

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