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José H. Dacanal, Riobaldo & Eu: a roça imigrante e o sertão mineiro

Um trechinho, porque vale a pena:

Foi assim que, em quinze dias, trabalhando até altas horas da madrugada, comecei e terminei “A epopéia de Riobaldo”, um ensaio de cerca de 100 páginas sobre Grande Sertão: veredas. O caderno perdeu-se nos tormentosos anos que se seguiram. Pouco importa. Pois ele foi o primeiro passo de um longo, tortuoso e perigoso caminho rumo à sobrevivência, espiritual e física.
Como eu chegara a esta encruzilhada? Por que artes do destino Riobaldo, o jagunço do sertão das Minas Gerais e personagem da ficção de João Guimarães Rosa, se transformara em elemento-chave da vida concreta de um neto de imigrantes peninsulares nascido e crescido em uma roça da região colonial do noroeste do Rio Grande do Sul e educado nos antigos seminários da Igreja romana?
A história que segue, tão inevitavelmente filtrada pela memória quanto firme e fielmente ancorada nos fatos, tenta responder a estas duas perguntas. Porque foi realmente assim que tudo aconteceu.

Nota: isto é uma tese de doutorado. Fantástico!

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